Qual a documentação necessária para usar FGTS no Financiamento?

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) foi criado em 1966, com o objetivo de proteger o empregado em caso de demissão sem justa causa, e corresponde a 8% do salário mensal de um funcionário. Esse benefício pode ser usado em diversas situações, dentre elas a aquisição de um imóvel.

Seu valor total é constituído pelo total de depósitos mensais realizados pelo empregador, no início de cada mês, em contas abertas na Caixa Econômica Federal em nome dos empregados. Por exemplo: se uma pessoa trabalhou por 10 meses em uma empresa com salário de R$ 1,3 mil; o FGTS disponível por mês é de R$ 104,00 totalizando R$ 1.040 em todo o período.

Saiba quais são os passos a serem seguidos durante o resgate ou uso do fundo na compra de um imóvel e quais documentos do FGTS são solicitados durante o processo. Além disso, saiba qual é o valor limite de uma propriedade a ser financiada com esse benefício trabalhista.


Quais os requisitos para usar o FGTS em um financiamento?
Antes de contar com o Fundo de Garantia durante o financiamento imobiliário, é preciso se atentar em algumas normas específicas sobre seu uso:


• o solicitante precisa trabalhar ou morar na cidade em que o imóvel a ser adquirido está situado;
• a pessoa não pode ter nenhum financiamento ativo por meio do SFH (Sistema Financeiro de Habitação);
• não ser proprietário de imóvel residencial na mesma cidade da nova propriedade;
• ter trabalhado, no mínimo, três anos com carteira assinada — o período não precisa ser contínuo;
• o valor do imóvel a ser adquirido deve ser de até R$ 1,5 milhão em todos os estados brasileiros;
• nenhuma propriedade pode ter sido adquirida com recursos do fundo nos últimos 36 meses (três anos);
• a propriedade a ser financiada deve estar localizada no município, cidades limítrofes ou integrantes da mesma região metropolitana onde o comprador trabalha ou reside, pelo menos, há um ano;
• o bem deve destinar-se à residência do comprador, sendo proibida sua utilização para moradia exclusiva de familiares, dependentes ou terceiros.


Solicitando o saque a um agente financeiro
Nesse tipo de operação, o comprador não lida diretamente com o dinheiro. O saque é solicitado a um agente financeiro (bancos, consórcios ou companhias de crédito imobiliário) que, por meio de um documento, comunica à Caixa Econômica Federal seu interesse.
A partir daí, a liberação do FGTS se dá, geralmente, em cinco dias. O entrave maior decorre de processos ligados à compra, como a aprovação do financiamento — essa leva, em média, dois a três meses até ser concluída.


Saiba quais documentações são fundamentais durante o processo
Existe uma série de documentos importantes solicitados pelas instituições financeiras do comprador e da construtora, antes da aprovação de um financiamento com uso do FGTS. Isso envolve desde papéis básicos, como CPF e certidão de nascimento do proprietário, até outros envolvendo imposto de renda e afins.


Documentos para dar entrada no pedido de saque do benefício

Neste item, são solicitados alguns documentos pessoais capazes de comprovar se você terá condições de adquirir determinado imóvel, tais como:


• carteira de trabalho do comprador;
• comprovante de residência;
• certidão de nascimento ou de casamento;
• RG e CPF,

• cópia do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e certidão de matrícula do imóvel a ser adquirido, como forma de comprovar sua regularização.


Documentos para dar entrada à Carta de Crédito FGTS e efetuar o resgate do benefício
Tendo todos os documentos mencionados acima em mãos, chegou o momento de verificar quais serão fundamentais para dar entrada na Carta de Crédito FGTS e, posteriormente, resgatar o benefício. Confira!


• Declaração de isenção de imposto de renda;
• Ficha de cadastro pessoa física;
• Declaração Negativa de Propriedade do Imóvel;
• Declaração do Empregador;
• Solicitação de Movimentação de conta vinculada do FGTS,
• Autorização de débito.


Demais documentos
Por fim, é necessário apresentar uma documentação específica para provar algumas exigências, como:
• local de ocupação do trabalhador;
• provar não ser proprietário de um imóvel;
• alienação;
• renúncia de usufruto,

• perda de direito de residência por força de separação extrajudicial, por sinistro no imóvel e nua-
propriedade (não usufrui da propriedade).

Além disso, o tipo de documentos do FGTS varia com a modalidade desse recurso. A solicitação e liberação dos recursos do FGTS é direto com a Caixa Econômica Federal. Basta procurar uma agência, conhecer os procedimentos e dar entrada no resgate do seu saldo e realizar o sonho da casa própria.
A Melhor taxa oferece assessoria gratuita na busca pelas taxas mais coerentes com o seu perfil financeiro.
Fazendo um cadastro no site, a equipe de especialistas entrará em contato com você e buscará o melhor caminho desde a procura pelo financiamento imobiliário até a retirada das chaves da sua casa própria!

Quais os documentos necessários para financiar um imóvel?

O que é o processo de financiamento imobiliário?
Um crédito imobiliário visa dar ao comprador a opção de pagar uma moradia em diversas parcelas, que podem ser fixas ou não, no decorrer de alguns anos.
Nesse processo, as instituições financiadoras constroem um programa com base no perfil de cada tipo de consumidor. Para isso, os interessados precisam se encaixar nas regras estabelecidas para a concessão do crédito, como:
• renda mensal;
• valor mínimo da compra;
• taxas de juros;
• tipo do imóvel;
• limite de crédito.


A procura por esse tipo de transação é grande em nosso país. Por este motivo, os bancos que concedem o crédito imobiliário ficam mais cautelosos e exigentes na liberação do empréstimo. Algumas pessoas fazem financiamentos de imóveis como uma forma de investimento. Alguns financiam uma moradia e a alugam, por exemplo. Com esse dinheiro, eles pagam o valor das parcelas e, no fim, conquistam um patrimônio que lhes proporcionam uma renda extra.
Contudo, a maior parte dos interessados nesse tipo de contrato quer mesmo é comprar o seu próprio imóvel.


Como é feito o financiamento imobiliário?
Os financiamentos imobiliários podem ser realizados em bancos públicos ou privados por meio de programas do governo como o Minha Casa Minha Vida. Além disso, é possível conseguir crédito pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o pró-cotista do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).


Em cada uma dessas modalidades há requisitos que precisam ser preenchidos pelos solicitantes. No programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo, existem faixas de renda que limitam o valor máximo para o financiamento do imóvel. Já no pró-cotista, o interessado deve ter, pelo menos, três anos de trabalho consecutivos sob o regime do FGTS. Cabe ressaltar que, antes de conceder qualquer valor para um financiamento, os bancos seguem algumas etapas básicas. São elas:


• a entrega de documentação solicitada;
• a análise de crédito;
• a avaliação do imóvel;
• a assinatura de contrato;
• o registro do imóvel no cartório competente.


Quais documentos são exigidos para o financiamento?
Uma das fases mais minuciosas e complexas do financiamento imobiliário é a entrega de documentos. Afinal, é uma grande quantidade de papéis que precisa estar dentro dos padrões do banco cedente. Caso contrário, o processo é interrompido e pode até ser cancelado. Para evitar isso, separamos, na sequência, alguns documentos exigidos pelas instituições financiadoras.


Documentos dos compradores
Pessoa física

Caso o interessado no financiamento seja uma pessoa física, serão exigidos os seguintes documentos:


Pessoa física

Caso o interessado no financiamento seja uma pessoa física, serão exigidos os seguintes documentos:

• CPF;
• RG;
• certidão de nascimento ou de casamento;
• comprovante de renda atualizado;
• certidão conjunta de débitos de tributos federais.


Aqueles que desejam utilizar o FGTS para conseguir o financiamento devem apresentar:
• extrato datado, carimbado, atualizado e original do FGTS, expedido por uma agência da Caixa Econômica Federal;
• cópia de um comprovante de residência dos últimos três meses;
• cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
• cópia da última declaração do Imposto de Renda (IR);
• no caso de uma pessoa casada, é necessária a última declaração do IR do cônjuge.


Pessoa jurídica
Já na hipótese da requisição do financiamento ser feita por uma empresa, os documentos obrigatórios são:
• Contrato Social ou Estatuto Social atualizado com as recentes alterações contratuais e estatuárias;
• Certidão Negativa de Débitos com o INSS;
• Certidão de Quitação de Tributos Federais (CQTF);
• Cerificado de Regularidade do FGTS (CRF).


Documentos dos vendedores
É importante estar atento também aos documentos que precisam ser apresentados pelo vendedor do imóvel. Vamos a eles:


Pessoa física
• CPF;
• RG;
• certidão de nascimento ou de casamento;
• declaração de profissão;
• Certidão Conjunta de Débitos referentes aos tributos federais.
Pessoa jurídica
• cópia da Certidão Negativa de Débito (CND);
• carta com assinatura reconhecida em cartório dos representantes da empresa;
• cópia do Contrato Social ou Estatuto Social consolidado e registrado na junta comercial;
• cópia da Certidão Negativa de Débitos de Tributos e Contribuições Federais (CCN);
• ata de eleição da diretoria registrada na junta comercial, no caso de empresas que possuem apenas o Estatuto Social.


Além desses documentos das partes envolvidas na negociação, é preciso apresentar alguns comprovantes relativos ao imóvel que será comprado.


Imóvel usado
Vejamos, a seguir, o que é exigido para a aquisição de um imóvel usado:
• certidões negativas de débitos relativos ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU);
• certidão vintenária (20 anos) com negativa de ônus atualizada;
• no caso de residência em condomínio, certidão negativa de débito condominial;
• título de propriedade registrado;
• certidão negativa de ônus reais;
• cópia do boleto com o pagamento da Taxa de Cadastro e Avaliação (TCA);
• opção de compra e venda corretamente preenchida de forma legível, datada e assinada pelas partes do contrato;
• caso o imóvel seja financiado por outro agente bancário, deve-se apresentar a declaração de saldo devedor para a nova instituição financiadora.

Imóvel novo
A documentação para aquisição de uma moradia nova difere pouco da usada. Confira a listagem:
• registro de título de propriedade;
• certidão negativa de ônus reais;
• certidão negativa de IPTU;
• registro de ações reipersecutórias e alienações;
• registro de pagamento do TCA;
• averbação da construção no Cartório de Registro de Imóveis;
• alvará de utilização ou “Habite-se”;
• planta baixa;
• certidão enfitêutica;
• opção de compra e venda preenchida;
• Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do engenheiro responsável pela obra.

De fato, são muitas as minúcias que envolvem uma concessão de financiamento imobiliário. No entanto, cumpri-las do modo correto levará você à realização de um grande sonho: a compra de sua casa própria.

Quais as vantagens de morar em um condomínio?

Morar em um condomínio fechado tem muitas vantagens, e por isso é a escolha de boa parte das pessoas. Confira algumas:


Segurança
Esse é um dos principais motivos para que muitas pessoas optem por viver em condomínios fechados. Isso porque, com um sistema de portaria, a entrada de pessoas acaba sendo mais vigiada, oferecendo uma segurança extra contra invasões.
Muitos condomínios ainda investem em outros pontos para reforçar a segurança, como vigilância por câmeras 24 horas, cerca elétrica, rondas em áreas comuns, entre outros. Tudo isso faz com que a exposição ao perigo seja reduzida, aumentando a sensação de segurança e fazendo com que a ideia de morar em condomínio se torne uma opção muito atrativa desse ponto de vista.


Privacidade
Quem não gosta de uma boa privacidade, né? Receber visitas sem aviso prévio é algo comum na vida de quem mora fora de condomínios. A toda hora a campainha pode ser tocada por pessoas pedindo coisas, vendedores, entregadores de panfletos, entre outros, quebrando a rotina de quem preza pelo conforto. Quando alguém opta por morar em condomínio isso não acontece. Afinal, todas as visitas devem passar
pela portaria, que entrará em contato com você para liberar ou não a entrada. Assim, quem gosta de ter mais tranquilidade e privacidade, certamente viverá melhor em um condomínio.


Opções de lazer para quem quer morar em condomínio
Nem sempre é fácil construir uma casa com uma boa área de lazer, com piscina, churrasqueira, playground, campo de futebol ou academia, não é mesmo? Mas esse é um atrativo que costuma estar presente na maior parte dos condomínios, aumentando as opções de entretenimento tanto para as crianças como para os adultos.
Isso significa que você não precisará sair de casa para ter acesso a essas facilidades – e muitas vezes ainda poderá economizar, evitando, por exemplo, ter de pagar a mensalidade de uma academia.


Proximidade com os vizinhos
Na correria do dia a dia, nem sempre temos tempo para conhecer nossos vizinhos, mas ao morar em condomínio as pessoas tendem a viver mais próximas. Afinal, ao menos algumas vezes no ano você terá de participar das reuniões e terá que conhecer, no mínimo, o síndico (que poderá, inclusive, ser seu vizinho).
Essa proximidade faz com que haja sensação maior de tranquilidade, além de, é claro, favorecer os laços de amizade.