Morar sozinho: itens essenciais para ter em sua casa

Morar sozinho é a realização de um sonho e uma grande conquista, mas ao mesmo tempo uma fase de novas responsabilidades! Você irá passar por experiências incríveis e desafiadoras, como ter que escolher seu próprio imóvel, os móveis e ainda organizar as tarefas do dia a dia. A partir desse momento, todas as decisões serão somente suas, por isso ter um planejamento de início é muito importante.

Mas, por onde deve começar? De início, vale começar comprando os itens “básicos”de sobrevivência. Ou seja, aquilo que realmente não pode faltar no seu dia a dia. Vamos lá?

Geladeira

Pode ser que esse seja o item mais caro da sua lista, mas é de fato um dos mais importantes. Afinal de contas, você deve ter onde guardar seus alimentos. E você não precisa comprar uma geladeira enorme, tenha uma de pelo menos 200 litros ou até mesmo um frigobar que já será o suficiente.

Fogão

A quem prefira apenas um micro-ondas, mas saiba que ter um fogão é muito mais útil. A não ser que você não tenha o costume de cozinhar e vai consumir apenas alimentos congelados. Caso contrário o fogão é sim um item indispensável.

Se você é uma pessoa que prefere uma comida mais prática e leve, pode optar por um cooktop, que ocupa menos espaço. Agora, se pretende preparar carnes assadas ou bolos, escolha o fogão tradicional com forno embutido.

Máquina de lavar

Você pode até optar por ficar sem ela num primeiro momento, mas certamente irá mudar de ideia após alguns dias lavando roupas na mão. A máquina de lavar é rápida e prática e vai facilitar muito a sua rotina. Por isso, inclua ela na sua lista de itens essenciais.

Cama

Se você já tiver uma cama que possa levar na mudança, melhor, pois irá diminuir mais um gasto. Porem se for comprar, a dica é optar por uma cama box com baú em baixo, assim você pode aproveitar o espaço para guardar roupa de cama, livros ou outras coisas de sua preferência.

Obviamente ao longo dos meses você irá começar a sentir falta de outros eletrônicos ou móveis em sua casa, mas com esses itens você já consegue dar os primeiros passos. E aos poucos, conforme for sua rotina e seu orçamento começará a sua casa do seu jeito.

Comprar apartamento na planta: 7 vantagens de investir

Existem vários fatores que ressaltam os benefícios de comprar pronto, mas também várias razões pelas quais comprar um apartamento na planta é vantajoso – dos ganhos financeiros à tranquilidade. Quer saber qual mais se enquadra para a sua vida? Confira nesse artigo.

Comprar apartamento na planta: vantagens sobre o imóvel pronto

1. Imóvel novinho em folha

Para comprar um apartamento na planta, terá que ter tempo e paciência para esperar a obra terminar, mas se você fechar um investimento com uma empresa idônea é garantia de que terá um imóvel novo para investir como desejar.

Por ser uma propriedade nova, não haverá necessidade de manutenção em um futuro imediato. É raro que a compra de um apartamento não exija, pelo menos, algum trabalho de finalização como a instalação de detalhes finais que por ventura não sejam cobertos pela construtora.

Mas exceto esses detalhes em relação ao acabamento, comprar na planta significa que tudo é novo, não apenas a propriedade em si, mas tudo está pronto para ser usado.

Além da manutenção, comprar um apartamento na planta significa que você não precisará redecorar, outra grande economia.

Como a maioria das construtoras oferecem uma variedade de esquemas de cores internas, você terá uma casa nova decorada exatamente como deseja.

Dando a opção do seu futuro inquilino fazer as alterações que preferir, especificando as condições de entrega como originalmente estabelecida no contrato de locação.

Por outro lado comprar um imóvel pronto significa conseguir colocá-lo no mercado mais rápido. Neste ponto é preciso analisar qual é a sua prioridade como comprador.

2. Tempo para economizar

O fato de você poder planejar todo o pagamento do imóvel é uma das maiores vantagens financeiras de comprar um apartamento na planta.

Geralmente, com base na variação do Índice Nacional de Construção Civil (INCC), o comprador quita 30% do valor do imóvel na fase de construção. Após a entrega das chaves, os 70% restantes podem ser parcelados.

Você tem bastante tempo (o tempo que leva para a construtora concluir a construção) para planejar um financiamento ou investimento que lhe renda mensalmente a quantia para pagar suas parcelas futuras. Diminuindo as chances de ficar inadimplente.

Para empreendimentos maiores, esse tempo pode ser de até um ano ou mais. Se você planejar para isso, poderá economizar uma quantia significativa antes da conclusão da obra, reduzindo a quantia a ser emprestada.

Tudo isso é uma coisa boa para o seu planejamento financeiro pessoal.

3. Pagar mais barato

Além do tempo para se planejar, comprar um apartamento na planta por si só é mais barato do que comprar pronto.

Como o imóvel será recebido no futuro, você ganha poder de negociação com a construtora e boas condições de financiamento.

No cenário atual ainda em crise, as construtoras estão em busca de clientes potenciais e flexibilizam as ofertas para atrair compradores.

4. Potencial de valorização

Essa é outra grande vantagem de comprar um apartamento na planta, o potencial de valorização do imóvel depois de pronto.

Pense: você negocia mais barato a compra ainda na fase de construção e ao final ganha um patrimônio que pode lhe render até 50% a mais do que valor investido.

Por isso, o processo de escolha do imóvel deve ser criterioso. Se você deseja obter um retorno significativo, analise as tendências do mercado, o local da construção, a estrutura do imóvel, a região ao redor.

Todos esses detalhes contribuem para valorizar o apartamento depois de concluída a obra.

5. Personalização do acabamento

Outro ponto que sobre comprar um apartamento na planta é poder personalizar o acabamento. Mais um fator que também agrega valor ao seu imóvel.

Você pode adicionar itens premium ao acabamento para valorizar seu apartamento nos pequenos detalhes. Claro, é importante seguir a proposta do empreendimento e adequar os detalhes a esse estilo.

Um apartamento de luxo pede um tipo de personalização, já um apartamento mais econômico pede outros detalhes que vão valorizá-lo.

Muitas vezes, ao comprar um apartamento pronto é preciso gastar com reforma para atualizar o estilo do apartamento e trocar itens de acabamento, o que pode custar bem mais caro.

6. Processo de compra seguro

Comprar apartamento na planta envolve uma promessa de compra e venda e segue toda burocracia necessária para garantir a segurança tanto do comprador quanto da construtora.

Já para um imóvel pronto, o processo burocrático pode ser mais complexo. É necessário checar todos os registros e certidões (que devem estar negativas), se o imóvel está disponível legalmente para venda (fora de inventários), se há impostos em atraso etc.

Esse processo de checagem de documentação toma um tempo considerável de toda negociação.

7. Construir um patrimônio duradouro

Comprar um apartamento na planta é um investimento para a vida que pode ser deixado para seus filhos e até mesmo para seus netos como patrimônio.

Escolher um bom empreendimento e uma construtora séria do mercado garantirá que o dinheiro que você está investindo hoje dê frutos por muito tempo.

Projetos que valorizam aspectos de sustentabilidade, por exemplo, são ótimas opções para comprar na planta, pois a tendência é que esse requisito seja cada vez mais valorizado. E não apenas pelo apartamento em si, mas o restante do terreno onde todas as áreas comuns são criadas.

Decorando quartos infantis: dicas infalíveis

A tarefa de montar um quarto para uma criança, embora seja divertido, é bem complicada, para ambos os sexos. Mas, separamos algumas dicas para te ajudar na hora de planejar a decoração.

Antes de começar a decorar o ambiente, se o seu filho (a) já fala como gostaria, você deve conversar para colocar todos esses gostos em um papel.

Decorando um berçário:

Um quarto para recém-nascido é aconselhável que planeje um ambiente que se adapte enquanto a criança cresce. Por exemplo, papéis de paredes são mais fáceis de atualizar do que tintas. Ao instalar o berço e os armários, lembre-se que no futuro esse moveis podem ser movimentados, ou substituídos.

Decorando um quarto infantil:

Em um quarto para criança, é importante focar na criação de um cenário ideal para estimular a criatividade e potencial dessa criança. É importante adicionar itens de interesse, tais como papel de parede temático, luzes temáticas, etc.

Para uma menina, rosa e roxo podem ser suas cores favoritas. Utilize as cores favoritas em uma composição, tais como cama com uma cabeceira alta, com véu no topo, e uma estante de livros em sintonia com um tema de contos de fadas. Desta forma, o quarto não será somente um lugar para dormir, será um lugar que essa criança entra no seu mundo magico.

Já para meninos é importante eleger um tema de acordo com os gostos, mas que seja adaptável as diferentes fases de crescimento.

Como transformar um quarto de criança para jovem:

Com o passar dos anos, aquele quarto todo rosa ou todo azul, não se torna mais o interesse da criança, que passa a ser adolescente. Se o quarto é grande, um adolescente irá gostar de ter sua cama de solteiro trocada por uma de casal. Renove as paredes, adicionando cores neutras ou trocando para papeis de parede. Brinquedos e livros antigos também devem ser deixados (de) lado, já que não fazem mais parte do dia a dia. Com a evolução dos estudos, talvez seja necessária a ampliação da escrivaninha e a instalação de novas estantes para armazenar livros.

Forro de gesso: Saiba o porquê utilizá-lo

Devido a sua praticidade, beleza e a possibilidade de disfarçar imperfeições, rebaixar, embutir iluminações, colocar a cortina no teto ou passar eletrodutos, fios e instalações hidráulicas necessárias, o forro de gesso é uma das opções mais utilizadas em projetos,

Os forros de gesso, além disso, deixam os ambientes mais bonitos e conferem um visual mais elegante para a casa. Na decoração, o gesso permite ousar na criatividade, criando diferentes níveis na parede e separando os ambientes, deixando assim o cômodo com uma cara mais moderna.

Vantagens

Uma das principais vantagens de utilizar o gesso em um ambiente é a possibilidade de embutir a iluminação, permitindo utilizar luz em qualquer lugar, sem a necessidade de quebrar a parede.

Outra vantagem é a sua praticidade de instalação, cuja a montagem é rápida e prática.

Gesso tradicional ou drywall?

Os tipos de gesso usados em projetos de decoração são o gesso tradicional e o drywall. Os dois tem origem do mesmo material, porem são instalados de forma bem diferentes. O forro de gesso tradicional é fornecido em placas, que são presas umas nas outras e no teto com arames. Já o drywall, é uma estrutura feita com perfis metálicos e parafusados, que são fixados no teto e recebem um fechamento com placas.

O forro de gesso tradicional é o mais conhecido, mas sua instalação demanda mais tempo e faz mais sujeira que o drywall, porem costuma ser até 50% mais barato que o drywall.

Apesar de ser mais caro, o drywall é a opção que oferece melhor custo-benefício, isso porque a sua instalação é rápida, não gera tanta sujeira e não sofre dilatação, podendo ser instalado em qualquer tipo de ambiente.

Escrivaninha suspensa: Modelo compacto para otimizar o espaço

Para ter praticidade na rotina de trabalho ou estudo e também economizar espaço, uma escrivaninha suspensa é uma boa opção . A grande vantagem está em não conter apoios diretos no chão, tendo a sua instalação embutida na parede. Com o seu design moderno e leve, é uma peça que agrega bem em qualquer lugar.

Já que passamos muito tempo na frente do computador, é necessário escolhermos um móvel que seja confortável, além de possuir um design bonito e que ajude a manter o escritório ou mesa de estudos, sempre organizado.

Nem sempre há espaço sobrando para montarmos um escritório, contudo explorando um pouco da criatividade, você consegue compor um espaço único!

Dois fatores são de extrema importância na hora de escolher a sua mesa ideal: altura e dimensão. O ideal é que a altura da mesa seja compatível com a altura do usuário. A altura pode variar entre 50 cm e 75 cm, já a largura é definida de acordo com seu espaço disponível no ambiente e suas necessidades.

É comum que deixemos muitos itens perto do nosso ambiente de trabalho e para isso, é ideal que a mesa seja longa, podendo ser também uma bancada, além disso, prateleira e nichos são de grande utilidade para manter o espaço sempre organizado.

O ideal é que o monitor ou tela do computador nunca fique virado para a janela, pois a claridade atrapalha a visão durante o trabalho.

Para quem não tem um espaço em casa todo dedicado ao escritório, é provável que consiga instalar em um local onde há espaço para colocar gaveta, armários com portas, nichos e tudo mais, se esse não for o seu caso, invista em uma mesa pequena.

Para quem tem pouco espaço, a solução ideal é uma escrivaninha suspensa dobrável

Saiba quais são os materiais elétricos necessários para um imóvel

Uma casa nova precisa de materiais elétricos, e casas já usadas precisam de manutenção elétrica de tempos em tempos.

Por isso é necessário, durante uma reforma ou construção, saber sobre esses materiais e suas funções na hora de comprá-los nas lojas de materiais de construção. Assim é possível economizar e saber o que é necessário para as necessidades do imóvel. Pontuando que a iluminação também faz parte da decoração, conforto e segurança dos ambientes.

Materiais elétricos para cada cômodo

É importante pensar nas instalações elétricas para cada cômodo em particular. Na cozinha, por exemplo, é importante que as tomadas sejam de 20 ampères, pois os eletrodomésticos consomem maior energia. As tomadas devem ser distribuídas a cada 8 metros, isso também depende da necessidade de cada um. E a iluminação nessa parte da casa deve ser mais iluminada.

Nos quartos, normalmente, as tomadas são de 10 ampères e uma luz mais aconchegante, uma opção é usar um dimmer para regular a intensidade. Ter um interruptor paralelo ajuda na comodidade, pois a mesma luz pode ser acesa e apagada em pontos diferentes.

Para dar um aspecto mais especial na decoração da sala de estar é possível utilizar lustres e luminárias. O dimmer e spots funcionam bem nessa parte da casa, assim como nos quartos. Outra opção é utilizar uma iluminação embutida, caso o acabamento seja feito em gesso.

Para que tudo saia nos conformes e sem dor de cabeça, a ajuda de um profissional é importante, pois o sistema é complexo e a variedade de produtos é enorme e cada residência tem suas particularidades nas estruturas elétricas.

Para ajudar nesse processo é indicado fazer uma lista, junto com o engenheiro, com os materiais elétricos necessários para a obra e reforma. A maioria dos produtos são os mesmo para todos os cômodos, o que diferencia é o tipo de cada um.

Lista de materiais

  • Disjuntor serve para proteger a instalação elétrica e os equipamentos, por isso para saber qual o ideal é preciso saber qual é a estrutura da residência, dos aparelhos que serão utilizados e dos cabos que compõem a rede.
  • Cabos e fios vão conduzir a eletricidade com segurança para a casa ou apartamento. Esses cabos estão espalhados pela residência toda, e o seu tamanho e espessura dependem da potência da corrente elétrica dos equipamentos.
  • Eletrodutos e tubos protegem a fiação da residência e evitam acidentes como choques e incêndios.
  • Interruptor fica em todos os cômodos, é ele o responsável por ligar e desligar a luz. A escolha desse material depende da necessidade de cada um, além de compor também a decoração e estética do ambiente.
  • Lâmpada, lustres e luminárias estão presentes na casa toda e existem vários modelos, durabilidade, potência. As de LED são as mais utilizadas atualmente.
  • Tomadas é um material que também estará pela casa toda e existe um padrão brasileiro. Elas podem ser de 10 ou 20 ampères.
  • Adaptadores são funcionais para caso um eletrodoméstico tenha um encaixe diferente das tomadas. E existe também o conhecido “T”, que é utilizado para ligar um ou mais aparelho ao mesmo tempo em uma única tomada.
  • Fita isolante é um acessório super útil para ter em casa, é usado para isolar fios elétricos com segurança, como na instalação de um chuveiro, por exemplo.

Proprietário que loca imóvel pode continuar usando o condomínio?

Morar em um condomínio tem lá suas vantagens, não é mesmo? Piscina, academia, salão de festas, espaço gourmet, playground para as crianças… Todos eles valorizam o condomínio e trazem benefícios para os moradores.

Mas quem pode, por lei, ter acesso a esses lugares: só quem mora no condomínio ou os proprietários locadores? Separamos algumas dúvidas frequentes:

Como se caracteriza a locação?

A locação pode ser caracterizada como a entrega da posse direta do imóvel, do locador para o locatário. A posse indireta, no entanto, permanece sendo do locador. Quando se trata de um condomínio, o locatário não recebe apenas a unidade imobiliária, mas também suas partes acessórias: academia, salão de festas, piscina, etc.

Porém, como dono indireto do condomínio, o proprietário ou locador, muitas vezes, ainda insiste em utilizar essas áreas – mesmo quando seu apartamento está alugado para outras pessoas. O que a lei diz sobre isso?

Proprietário que loca imóvel pode continuar usando o condomínio?

Na verdade, a lei brasileira não expressa nada sobre esse tema. Nesses casos, é comum que a sociedade estabeleça um senso comum. Por isso, o mais indicado é que cada condomínio determine e expresse suas próprias normas de restrição ou não do uso das áreas comuns pelos locadores.

Pode-se determinar, por exemplo, que as quadras, piscinas, churrasqueiras e outras áreas comuns sejam utilizadas apenas pelos ocupantes das unidades dos condomínios e seus convidados, restringindo o uso por parte dos locadores.

O controle de acesso pode ajuda nesse momento: com catracas de acesso, como a catraca pedestral e a catraca eletrônica você pode controlar quem entra em todos os espaços comuns do condomínio.

Para determinar quem pode utilizar a área comum do seu condomínio, tenha uma regulamentação que todos os condôminos conheçam e acompanhe de perto o cumprimento das normas.

Isso vai garantir a segurança e o conforto dos moradores em seu condomínio!

Dicas de decoração para sala de jantar

Uma sala de jantar de uma residência tem que ser bem valorizado pelo decorador. Afinal, esse é o ponto do lar onde as famílias se reúnem para conversar, para confraternizar com os amigos, e apreciar uma bela refeição.

A sala de jantar, portanto, tem que ser um local charmoso e sofisticado – de acordo com o estilo da casa -; e, por isso, devidamente mobilado e bem ornamentado.

Quais os móveis básicos para sala de jantar

Alguns arquitetos e designers de interiores podem resumir assim, que a sala de jantar é composta, basicamente, de mesa de jantar e cadeiras. Sim, isso é verdade.

Acontece que, na hora de servir as refeições, é possível que o anfitrião sinta a necessidade de mais espaço e queira apoiar os pratos sobre outro móvel. Para isso, pode-se ter um buffet ou um aparador, por exemplo.

Perto da mesa de jantar é aconselhável ter mais outras peças mobiliárias auxiliares. As cristaleiras servem para deixar por perto bandejas, pratos, copos e taças extras.

Outro item interessante para o local são os banquinhos. Eles podem ter um design diferenciado. E serem acrescidos ao espaço por dois motivos, o estético – complementando a decoração – e o funcional – sendo mais opções de assento.

Como criar um ponto focal na sala de jantar

Obviamente, se os principais móveis de uma sala de jantar são a mesa de jantar e as cadeiras, estes é que devem ser o ponto focal do cômodo. Correto? Bem, não necessariamente.

Não há regras quanto à isso. Em certas propostas a principal atração visual é outro elemento. Uma alternativa é fazer a parede principal do ambiente – de fundo para a mesa – o maior destaque da sala, com a aplicação de tinta ou de revestimento.

Claro que tem mais coisas que podem virar o ponto focal da sala de jantar. A primeira delas é o lustre pendente central sobre a mesa, em formato inovador.

Além disso, um móvel de cor chamativa nas proximidades – pode ser o próprio balcão buffet ou a cristaleira.

Um grande painel de fundo, com uma figura cheia de movimento e que inspire uma boa alimentação. Um centro de mesa. Ou um tapete no piso. Tanto faz!

Como decorar adequadamente a sala de jantar

Sala de jantar pode ser um cômodo a parte ou um cômodo integrado a outros ambientes da casa, como cozinha, sala de estar e varanda.

Dito isso, este ambiente deve ser bem mobiliado e ornado e, preferencialmente, estar em harmonia com o estilo de decoração proposto para o restante do lar.

Mesmo que no local haja um objeto de design diferente e único, o conjunto, como um todo, precisa dialogar com tudo o mais que tiver ao redor.

Em tese, uma sala de jantar pode ter qualquer tom de base – azul, amarelo, vermelho ou laranja.

O que vai interferir na decisão do decorador é mesmo a intenção de projeto. Fora essa necessidade de ter de integrar a decoração desse ambiente com a dos outros, tem também as preferências da família e os efeitos psicológicos das cores sobre a mesma.

Como adicionar cor, brilho e textura na sala de jantar

Se a intenção é fazer as pessoas na sala ficarem animadas e confraternizarem, talvez o melhor seja usar no cômodo tons quentes.

Só que isso também poderia fazer todos se sentirem angustiados, nervosos e até comerem mais. Cores frias, como o azul, provocam o efeito oposto – tão oposto que pode desanimar. Já os verdes e laranjas lembram que é bom se alimentar de forma saudável. Então, qual mensagem você gostaria de transmitir?

Brilhos e texturas também podem provocar efeitos bons e ruins nas pessoas. A luz tem um efeito poderoso de destacar a mesa e os alimentos servidos.

Um espelho na parede pode “duplicar” esta fartura, fora que deixa o ambiente com visual sofisticado. Cristais no lustre; papel, tijolo e pedra na parede; e madeira no piso é o que mais se vê em propostas de decoração para salas de jantar.

5 dicas para acertar na compra dos seus móveis

Estabeleça um orçamento

Estabelecer um limite de gastos é a primeira dica que você deve seguir antes de sair comprando móveis. É importante que defina uma valor, que saiba que não vai comprometer as finanças de sua família ou outros projetos mais importantes.

Durante a elaboração do orçamento deve juntar ao preço dos móveis, o custo do frete e a montagem da peça. Há muitas pessoas que se esquecem deste dois últimos pormenores.


Defina o que precisa comprar

É hora de fazer uma lista de tudo o que você gostaria de comprar para decorar a sua casa. Depois de ter a lista concluída é altura de fazer cortes! Tudo o que não for prioritário deve ficar de fora da lista – pelo menos por enquanto.

Depois de concluir este passo, é altura de definir o estilo de decoração que gostaria de seguir – moderno, clássico, rústico ou outro. Este processo vai facilitar muito o seu raciocínio.

Com todos estes dados em mão, a etapa seguinte é a da pesquisa. Você terá a tarefa de determinar quais os produtos podem ser cogitados para você comprar.


Saiba as medidas

Na hora de comprar um móvel, ou um objeto decorativo é muito importante saber exatamente a medida do ambiente em ele será inserido para evitar futuras dores de cabeça.

Este é um passo indispensável! Já imaginou comprar um móvel ou acessório de decoração e depois o mesmo não caber no local onde o planejava colocar. Antes de ir comprar confira as seguintes medidas:

  • Largura do ambiente.
  • Altura (esta medida é importante por exemplo na compra de uma estante).
  • Espaço entre os objetos já existentes (evite que o ambiente fique apertado).
  • Largura e altura dos batentes das portas e janelas (já imaginou comprar um móvel que não seja desmontável e depois ele não caber na porta ou janela).


Pesquise o melhor preço

Chegou o momento de pesquisar todas as opções existentes no mercado. Faça uma busca de informações em lojas virtuais e físicas. Compare os preços e as condições oferecidas por cada uma das empresas.

Nós dias que correm existe cada vez mais concorrência entre as diferentes, sendo assim possível encontrar móveis a preços muito acessíveis. Grandes varejistas como o Extra, Carrefour, Americanas ou Ponto Frio, disponibilizam todas as semanas novos folhetos de ofertas onde você pode conferir as melhor promoções de produtos decorativos.


Opte por móveis usados ou faça-os você mesmo

Os móveis e acessórios de decoração usados também podem ser uma boa opção caso você não tenha muito dinheiro para gastar. Por vezes, em feiras, brechós, sites e grupos de redes sociais é possível encontrar móveis usados a preços muito acessíveis e que podem ser restaurados a um preço muito reduzido. Esta opção pode sair muito mais barata do que comprar um móvel feito a medida.

Além de você compara móveis usados, também pode optar por fazer os seus próprios móveis, camas e outros acessórios de decoração. Atualmente é muito popular construir móveis usando pallets e madeiras. Você pode encontrar na Internet inúmeros tutoriais que explicam passo a passo como fazer.

Descubra como escolher o colchão ideal para você

Dormir bem é uma das maiores alegrias da vida, não é mesmo? O corpo humano é uma máquina biológica perfeita! Porém, ele precisa ser recarregado de vez em quando ou pode entrar em colapso.

O sono é uma das formas de adquirir mais energia! Acontece que dormir nem sempre significa descansar. Mas escolher colchões corretamente evita que se tenham noites mal dormidas, além de dores no corpo e problemas de coluna!

Antigamente, os colchões não eram tão confortáveis, fofos e resistentes. Eles eram feitos com materiais que se tinha disponível, como restos de vegetação, de crina de animal e mais.

Só que, com o tempo, as novas tecnologias ajudaram as pessoas a criarem modelos que melhor se adaptam ao corpo humano – em especial à sua coluna. Assim, surgiram os colchões de mola, de espuma e tantos outros. Veja a seguir!

Tipos de colchões disponíveis no mercado

Atualmente, em síntese, existem dois tipos de colchões a venda nas lojas. O colchão comum é aquele velho conhecido do consumidor, próprio para ser depositado sobre uma base de estrado.

Mas também há as camas box, que são a mais recente sensação do mercado. Para os dois casos, a pessoa precisa estar atenta quanto às dimensões, à qualidade do material de fabricação e à durabilidade da peça.

São medidas comuns usuais para colchões:

  • solteiro = 78 ou 88 cm de largura e 1,88 m de comprimento.
  • casal = 1,28m ou 1,38m de largura por 1,88m de comprimento; 1,58 m de largura por 1,98 m de comprimento; 1,93 m de largura e 2,03 m de comprimento.

Falando mais especificamente da fabricação de colchões, existe vários processos diferentes. Os tipos de colchões mais requisitados são os com molas; eles têm boas estruturas, ótima ventilação interna e durabilidade.

Agora, os que apresentam o sistema “pocket” – com molas ensacadas – e “pillow top” – com espuma extra – são ainda mais confortáveis – ótima opção para pessoas muito altas, pesadas e casais.

Existem ainda modelos de colchões mais simples e mais sofisticados também. Os comuns, em espuma – bastante requisitados -, são baratos, mas apresentam boa elasticidade e firmeza dependendo da densidade; contudo, se deformam rapidamente.

Em substituição, a promessa do mercado é o  viscoelástico, material desenvolvido pela NASA e que se adequa melhor à coluna.

Os tais “colchões ortopédicos” são difíceis de serem encontrados nas lojas. Eles são produzidos com gel e espuma viscoelástica. São bem firmes – o que não é o mesmo que dizer que são “duros”. E aplicam certa pressão sobre o corpo da pessoa enquanto ela dorme – deixando, assim, sua coluna alinhada. Só que não são recomendados para qualquer pessoa.

Como escolher o modelo certo de colchão

Saber escolher o colchão certo vale tanto pela questão da adequação quanto à decoração do quarto quanto à coluna da pessoa.

Primeiro é importante destacar que o modelo certo é aquele proporcional à sua base, ou seja, que não fica nem maior e nem menor que o limite da borda da cama. O ideal é a peça seja 3 cm menor de largura e 3 cm menor de comprimento em relação ao móvel.

Outra coisa que deve ser levada em conta como critério de escolha do colchão é a densidade, melhor dizendo, a firmeza e sustentabilidade para o corpo. Quanto de conforto que se quer ter?

Uma regra aplicada para colchões de casal é escolher a peça que seja compatível com a pessoa mais pesada. Por exemplo, pessoas com 50 kg e 1,50 m de altura indica-se a densidade D23, já pessoas com 150 kg e 1,90 m um de D40.

Gostaram das nossas dicas? Agora dá para escolher o melhor colchão para você!